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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O que a Google está preparando para os próximos anos?


É sempre assim... Quando você acha que já viu de tudo, vem a Google e prova que o que você viu até hoje não era nada. Descubra o que a maior empresa de internet anda testando pela rede afora!
Toda vez que um novo produto Google é lançado milhares de pessoas se comovem, lutam por convites, discutem, fazem apostas e todo tipo de oferta para ter uma barganha melhor e quem sabe receber o tal email dos sonhos.
Entretanto, todo o mistério que a maior empresa do ramo de internet faz em torno dos seus produtos pode causar alguns problemas e até mesmo encoraja alguns “espertinhos” a criar brincadeiras e fraudes.
Quem estava conectado à timeline do Twitter na manhã do dia 11 de fevereiro deve saber muito bem qual o tipo de comoção que aconteceu. Os rumores do lançamento de um tal de Orkut Ouro fez muita gente correr atrás de um convite.
Isso mesmo que o produto oferecido pedisse um pagamento mensal – mas não passava de uma fraude. Se isso aconteceu com um produto que nem sequer estava na lista dos originais da Google, quem dirá o que acontece com os legítimos.
O Orkut Ouro enganou muita gente!
Fonte: Reprodução
Não é difícil imaginar, visto que há alguns meses o lançamento do Novo Orkut gerou tanto barulho quanto o Google Wave e depois o Buzz. Mas nem tudo que causa frisson no início é um sucesso de utilização.
Você deve se lembrar de toda a bagunça dos convites para o Wave. Era gente fazendo qualquer negócio para poder testar o novo produto. Só que depois de alguns dias utilizando e quando finalmente você conseguiu quase descobrir para quê ele realmente serve, viu que não tinha muita gente com quem interagir.
O Google Buzz chegou com muitas dúvidas quanto ao seu uso!
Estranho não é? Coisa parecida anda acontecendo com o Google Buzz. Os usuários de Twitter não pretendem deixar o passarinho azul para começar a usar o balão multicolorido da Google. Apesar de oferecer integração com o Gmail e ainda permitir que você incorpore seus principais perfis em redes sociais (até mesmo o próprio Twitter), blogs e o Google Reader à sua timeline no Buzz, o serviço ainda não impressionou ninguém.
Mas depois de tanta coisa boa e outras que nós ainda não entendemos, o que será que a Google vem pensando em lançar no mercado de aplicativos web? Essa é uma pergunta bastante curiosa e  vale a pena ser investigada.

O laboratório nem tão secreto assim
Os laboratórios do Google!
Todo aquele charme de laboratórios, cientistas malucos e invenções fumegantes não combinam muito bem com o jeito Google de inventar novos produtos – isto é, exceto aqueles que algum dia serão o carro-chefe da empresa.
Então se você quer conhecer algumas das novidades, as portas do Google Labs estão abertas para quem desejar vê-lo. As áreas de criação são bastante grandes. Portanto, tome cuidado para não se perder.
As respostas para a tal pergunta interessante podem ser encontradas neste artigo que, sem dúvida alguma, é um dos mais curiosos que o Baixaki já produziu. Portanto, veja uma pontinha do futuro que a Google reserva a todos nós dentro de pouco tempo. É bom lembrar que algumas dessas novidades já podem ser testadas, basta clicar sobre a imagem de cada uma delas.
Googleografia intensa e supermapas
As aulas de geografia antes do Google Maps e Google Earth não eram tão divertidas quanto podem ser agora. Em vez de procurar em um globo comum, com tons pastéis, agora qualquer estudante com acesso a internet pode ver o relevo das cidades, traçar rotas e ainda aproveitar para explorar as ferramentas de teste que a Google vem lançando no Google Maps Labs. É muito simples fazer com que essas opções se tornem disponíveis no seu mapa.
Sempre que você acessar o Maps, observe o canto superior direito do conteúdo da sua janela. Se houver um frasco verde, como aqueles usados em laboratórios, clique sobre ele e aguarde a janela de novidades aparecer.
Ali você encontra uma série de coisas novas e divertidas para complementar o seu Google Maps. Um atributo muito interessante que pode ser implementado ao mapa é o questionário no qual é preciso associar a imagem de satélite ao nome do país em questão.
A geografia não é mais a mesma depois do Google!
Outro recurso muito interessante que pode ser adicionado é o “Arrastar e aplicar zoom”. É muito simples e não requer nenhum tipo de superconhecimento em mapas. Tudo o que você precisa fazer é clicar e arrastar, de maneira a desenhar um quadrado em volta da área desejada para zoom.
O recurso de zoom inteligente também ajuda bastante naquelas horas em que você quer aproximar uma área que não está disponível. Antes que você descubra isso só quando já tiver aumentado o zoom, o mapa alerta sem precisar chegar tão perto.

Vá de ônibus, o Google ajuda!
Não há coisa pior do que chegar a uma cidade completamente estranha e nova sem conhecer os caminhos para chegar aonde queremos. É confuso e o risco de ficar perdido é bastante grande. Mas se houver alguém para dar boas informações sobre as rotas e quais ônibus, metrôs ou qualquer outro tipo de transporte público pegar, fica tudo mais fácil, não é?
Vá de ônibus, o Google Transit ajuda!
É mais ou menos essa a intenção da Google. Agora as rotas de transporte público podem ser inseridas no seu Google Maps. Então, se você não é lá muito chegado a pedir informações para estranhos, o seu celular pode resolver bastante coisa. Uma consultinha breve e pronto!
Indexação de áudio
Não. Não se trata de mentiras, pegadinhas ou até mesmo algo tirado de livros e filmes de ficção científica. A indexação de áudio já é algo que promete bastante nestes novos planos da Google. Com a inclusão de aparelhos celulares – smartphones, mais precisamente – toda e qualquer contribuição no terreno do som pode ser extremamente importante. Então por que não investir em busca por trechos de áudio?
Já pensou em indexação de áudio?

Você já se imaginou digitando um trecho de uma palestra a qual você gostaria de ver o vídeo, ou então procurando alguma reportagem que contenha uma palavra-chave em específico? Pois é, o Google pode encontrar para você. Neste primeiro momento, o sistema está operando apenas com vídeos de políticos, mas em breve já poderá indexar a biblioteca completa do YouTube. Já imaginou?
Peça pelo códigos
Algumas das ferramentas mais versáteis que a Google poderia implementar ao seu sistema de buscas é o Code Search, ou seja, busca pelo código-fonte das páginas que já estão indexadas no seu banco de dados.
Imagine que você está estudando algum tipo de linguagem de programação e precisa encontrar referências do uso de um determinado comando ou então algumas linhas para usar de exemplo em algum trabalho. Este é o melhor jeito de encontrar o que você procura.
Procure pelo código fonte do site!
Afinal é muito mais rápido do que acessar página por página e então clicar com o botão direito para, através do menu de contexto, abrir a janela do código-fonte daquele site em questão. O que você está esperando?
Uma imagem que fala mil palavras
Todo mundo já ouviu o clichê “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Mas e quando essa mesma imagem acaba gerando as tais mil palavras? Com o Google Goggles o paradigma muda de ordem e a foto tirada com o seu smartphone Android pode dar informações importantes a respeito dos objetos que você fotografou. Isso é bastante simples de ser entendido para quem assistia a Pokémon. Basta lembrar da PokéDex que Ash usava em suas aventuras.
Sempre que o personagem encontrava um novo monstrinho, sua agenda informava os dados a respeito dele. O que acontece com o Google Goggles é semelhantee seu forte está em livros, pontos turísticos, logomarcas, obras de arte e uma série de outras coisas que já estão indexadas e outras que ainda não foram.

Uma pessoa está distante de outra por seis graus
Essa afirmação é quase uma lenda urbana. Mas será que é verdade mesmo? Desde o lançamento do Orkut, muita gente tem se dedicado a descobrir se estão a seis graus de separação de alguma personalidade.
Entenda que, nesse contexto, grau significa pessoa. Assim, você pode conhecer alguém, que por sua vez conhece outras cinco pessoas até chegar em Bill Gates, por exemplo. Estranho? Pode ser que seja verdade!
Encontre o grau de proximidade com alguém!
O Google People Hopper é um aplicativo para Orkut muito divertido e que serve justamente para isso, medir a proximidade entre as pessoas e os contatos que fazem o “meio campo” entre elas. Suponha que você é um jornalista e precisa entrevistar alguém muito famoso, mas não tem nenhum contato direto com essa pessoa.
Em outras circunstâncias mais formais, você deveria contatar a assessoria de imprensa dessa pessoa, mas com algo como o People Hopper, você pode procurar quem dos seus contatos está mais próximo do seu entrevistado e pedir informações a respeito dele. Parece estranho e muito fora do convencional quando se trata de procurar um entrevistado, mas pode virar tendência no futuro!

Uma mãozinha para o SEO
Se você ainda não ouviu falar em SEO é porque anda deixando de lado o seu direito de produzir sua própria informação pela internet. A sigla SEO significa “Search Engine Optimization” e consiste, basicamente, em utilizar técnicas relacionadas às palavras-chave e outros tipos de instrumentos para fazer com que o seu site ou blog seja melhor visto e ranqueado pelos buscadores como o próprio Google, Yahoo!, Bing e outros.

Digite as palavras chave as quais você quer encontrar correlatas!
Mas, se você já sabe o que é SEO e vem trabalhando algumas dessas técnicas para melhorar a sua relevância, saiba que o próprio Google pode dar uma mãozinha nessas horas. O Google Sets é uma ferramenta especializada em relacionar palavras chave para que você possa fazer uso de conteúdos afins àqueles que já estão listados nas suas tags. Ali você digita algumas palavras e gera uma lista – pequena ou grande – das palavras relacionadas ao seu tema.
Notícias de um jeito que você nunca viu!
O algoritmo de buscas do Google é um dos maiores segredos existentes na web. Embora muitos programadores já tenham conhecimento de parte dele, estima-se que mais de 200 elementos combinados entrem em ação quando você faz uma simples pesquisa por uma palavra.
O código desse algoritmo é dinâmico, ou seja, a cada semana são implementadas novas mudanças e corrigidos alguns itens, sempre buscando torná-lo mais completo e eficiente para o usuário. Um desses elementos se refere à web semântica.
Explicando: web semântica nada mais é do que uma tentativa do algoritmo de buscas para entender a razão da pesquisa de um usuário. Por exemplo, ao procurar no Google o termo “restaurante em Curitiba”, o código lista não apenas os restaurantes, mas também itens relacionados como serviços de táxi, preço de refeições, cardápios e outras opções complementares - possivelmente, relevantes.
Embora o Google já aplique itens como esse em sua busca desde meados de 2009, seu resultado ainda não é tão eficiente devido à falta de informações oferecidas no código dos próprios sites da web.
Assim como hoje existe o SEO – Search Engine Optimization (Otimização para mecanismos de busca) – em breve devem ganhar corpo algumas técnicas de SMO – Semantic Marketing Optimization – visando aproveitar melhor esse segmento.
Visual do Google Fast Flip
A web semântica não deve afetar apenas as suas buscas, mas também a maneira como você lê e recebe notícias. Uma das ideias disponíveis no Google Labs é o Google Fast Flip. Trata-se de um serviço para recebimento e leitura de notícias que permite visualizar simultaneamente a principal procurada assim como notícias relacionadas.
O visual é semelhante ao das páginas de acesso rápido, como os existentes nos navegadores Google Chrome e Opera – com a diferença que as miniaturas são atualizadas a cada carregamento de página. Assim, é possível determinar termos específicos para serem visualizados constantemente ou optar pelas novidades de cada busca em páginas relacionadas no Google News.
Suas compras nunca mais serão as mesmas
Outro serviço que ainda está em testes nos laboratórios do gigante das buscas é o Google Shopper. Similar ao Google Products, este recurso estará disponível em smartphones que operam com o sistema Android.
A proposta é exibir imagens do produto pesquisado, por meio da busca textual ou mesmo a partir de comandos de voz. O serviço está em testes apenas com livros, CDs, DVDs e videogames, mas a ideia é expandi-lo para outras variedades. A identificação é feito pelo código de barras.
A partir dos resultados é possível favoritar produtos e as informações ficam disponíveis para o usuário acessar a partir de qualquer ponto de internet. Também será possível acessá-las no Facebook e no Twitter.
E então? O que você está esperando para conhecer essas ferramentas todas? É certo que para ter acesso a algumas delas será necessário esperar um pouco – nem que seja para juntar aquele dinheirinho para comprar o seu smartphone com Android – mas ainda assim não deixam de ser fascinantes. Não é fácil passar por tantas novidades sem eleger uma favorita. Portanto, chegou a hora de dizer qual delas conquistou seu coração!

Até logo!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Google planeja internet ultrarrápida

Companhia informou que desenvolverá rede de banda larga experimental de 1 gigabit por segundo em algumas localidades

O Google apresentou planos de desenvolver uma série de experiências com redes de banda larga que proverá conexão de internet com velocidade 100 vezes superior às atuais conexões de internet rápida nos Estados Unidos.

Por meio do ato "The American Recovery and Reinvestment" de 2009, a Federal Communications Commission (FCC) foi designada a criar um plano nacional de banda larga para os Estados Unidos para promover a melhoria do desenvolvimento científico, econômico e cultural.

E o Google tem aconselhado o órgão no desenvolvimento do plano. Há 35 dias da FCC lançar o projeto, o gigante das buscas decidiu, entretanto, desenvolver redes de internet ultrarrápida em um pequeno número de localidades para promover testes. A companhia promete entregar velocidade de 1 gigabit por segundo por meio de conexões última milha.

O Google informou que irá oferecer rede de acesso para algo entre 50 mil e 500 mil pessoas a preços competitivos.

"Tomamos esta decisão porque queremos experimentar novos caminhos para tornar a web melhor e mais rápida para todos, permitindo aplicações que seriam impossíveis hoje", informou James Kelly, gerente de produto do Google, em um vídeo.

Entre os exemplos de algumas aplicações estão imagens médicas 3D na web, download de filmes em alta definição em menos de cinco minutos e colaboração com colegas dispersados geograficamente.

A companhia espera que a disponibilidade de internet ultrarrápida motive os desenvolvedores a criarem novas aplicações não imaginadas antes.

O Google informou ainda que trata-se de redes experimentais que irão operar por meio de princípios "acesso aberto", de forma que os usuários terão a escolha do provedor de serviço e essas redes serão gerenciadas de forma aberta, transparente e não discriminatória.

Para o trabalho, o Google tem pedido envolvimento de parceiros da comunidade por meio de Request For Information (RFI). Oficiais do governo e membros de entidades públicas podem nominar suas comunidades para integrar os testes através do site do Google até 26 de março.

por Thomas Claburn | InformationWeek EUA

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Google desafia Windows e anuncia sistema operacional



Chrome OS será aberto e virá com netbooks em 2010; empresa também mira mercado de desktops

VALE DO SILÍCIO - A gigante de softwares Google está desenvolvendo um sistema operacional para computadores pessoais, em um desafio direto ao líder de mercado, o Windows, desenvolvido pela Microsoft.

O Google Chrome OS (operating system) será voltado inicialmente para netbooks, computadores portáteis menores, mais baratos e com menos recursos que os laptops.

Máquinas equipadas com o Google Chrome OS devem estar no mercado em meados do ano que vem. A ideia é, no futuro, usar o sistema operacional também em PCs.

"Rapidez, simplicidade e segurança são os aspectos-chave do Google Chrome OS", anunciou a empresa em seu blog oficial. Segundo a Google, o sistema operacional será uma "extensão natural" do seu navegador de internet, Chrome.

O novo sistema operacional será um software de código aberto ("open source"). Para a Microsoft, a notícia vem poucos meses antes do lançamento da nova versão do seu sistema, o Windows 7.

Volta aos princípios

Os autores do post, Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, e Linus Upson, diretor-engenheiro da empresa, disseram que o novo sistema foi desenhado "para ser rápido e leve, iniciar e levá-lo para a internet em questão de segundos".

"Os sistemas operacionais que os usuários têm à disposição foram desenhados em uma era em que não havia a rede", eles argumentaram, acrescentando que o Chrome OS é "nossa tentativa de repensar o conceito de sistemas operacionais".

A pesquisa levou os programadores de volta aos princípios, afirmaram. "Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança subjacente do sistema, de forma que os usuários não tenham que lidar com vírus, programas malignos e atualizações de segurança".

Para a Google, um sistema operacional "tem simplesmente que funcionar".

A gigante de software já possui um sistema operacional para telefones celulares, que também pode ser usado em netbooks. O Chrome OS será voltado também para laptops e computadores de mesa de usuários que passam muito tempo conectados.

Competitividade

O anúncio pode mudar dramaticamente o mercado de sistemas operacionais, especialmente o nicho da Microsoft, cuja participação nele é de cerca de 90%.

"Este é um grande anúncio", disse um analista, Rob Enderle, presidente do grupo Enderle. "É a primeira vez que temos no mercado um sistema operacional competitivo de fato. Este tem o potencial de balançar as coisas e é a primeira tentativa real de fazer frente à Microsoft."

O analista disse à BBC que "a Google está chegando (neste nicho) de cabeça fresca", e que o Chrome OS "é o primeiro sistema operacional pós-internet, baseado em uma série de serviços da web, desenhado de baixo para cima e repensado para um mundo conectado".

No ano passado, a empresa lançou seu navegador Chrome, anunciado como para "pessoas que vivem na web - procurando informações, checando emails, acompanhando as noticias, comprando ou simplesmente mantendo o contato com os amigos".

Para Stephen Shankland, da CNET, o lançamento tem grandes implicações.

"Uma é mostrar quão séria é a proposta da Google de tornar a rede uma base não apenas para páginas estáticas, mas aplicativos ativos, especialmente os seus próprios, Google Docs e G-mail", ele afirmou.

"Outra é iniciar uma nova competição com a Microsoft e, potencialmente, dar uma nova razão para autoridades de regulação da concorrência prestarem atenção aos passos da Google."

Para outros analistas, as motivações da Google são bastante claras.

"Um dos principais objetivos da Google é tirar a Microsoft (do mercado), destruir sistematicamente a sua participação no mercado", disse Enderle. "A Google quer eliminar a Microsoft e esta é uma batalha única. A estratégia é boa. A grande questão é: será que vai funcionar?"

Em um blog popular, TechCrunch, o autor de uma postagem sobre o tema, MG Siegler, disse que é preciso "ser claro sobre o que isto realmente é".

"Isto é a Google soltando a mãe de todas as bombas sobre sua rival, a Microsoft."

A companhia de Bill Gates deve lançar o seu Windows 7 no fim deste ano para substituir o Windows Vista e o Windows XP, que já tem oito anos. Segundo a empresa, hoje 96% dos netbooks funcionam com Windows.

A mudança climática no Google Earth


Explore os possíveis impactos da mudança climática no nosso planeta e descubra algumas soluções para adaptação e redução desses impactos, antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP15) que acontecerá em Copenhague em dezembro.
Para explorar as previsões sobre o clima feitas pelo IPCC, faça download dos passeios para o Google Earth.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Google Phone vem aí!!!



O que parecia um simples rumor, tomou formas muito mais concretas nesse último final de semana. Os funcionários do Google já funcionam como “beta testers” do smartphone da própria empresa, mais conhecido como Google Phone. Uma possível revolução vem aí.

Existem vários motivos para pensarmos que o Google não está para brincadeira ao adentrar o mercado dos smartphones. Listemos então o que já é sabido sobre o hardware e sobre o software do aparelho e os planos iniciais do Google.

As especulações indicavam, e a HTC realmente foi confirmada como parceira do Google para cuidar do hardware do Google Phone. Com as fotos que os próprios funcionários de Mountain View liberaram, as informações levam a crer que o aparelho seja o HTC Passion misturado com o HTC Bravo, smartphones vazados nos últimos dias.

Porém, o celular ganhou um novo possível nome: HTC Nexus One. As especificações ainda não foram confirmadas, mas é possível saber que o aparelho tem tela de AMOLED de 3,7 polegadas sensível ao toque (provavelmente capacitiva) e câmera de 5 megapixels. E tudo indica também que seu processador é um Qualcomm Snapdragon de 1 GHz (!).

A foto acima foi tirada pelo blogueiro Cory O’brien, que teve acesso ao brinquedo. A primeira reação dele foi dizer: “Google Phone = iPhone + um pouco de tela e uma scroll wheel. Ótima tela sensível, e Android”. Se a empolgação aumentou, saiba que a versão do sistema operacional rodando no Google Phone/HTC Nexus é o Android 2.1, que ninguém havia visto até então.

Ninguém do Google falou até agora sobre colocar o aparelho no mercado. Segundo eles, isso é apenas um teste dentro da empresa, algo comum com qualquer produto. Porém, junte esse aparelho com configuração de primeira com os boatos de que o Google venderá o aparelho online com serviço de VoIP, deixando assim de depender de qualquer operadora de telefonia, e podemos deduzir que os funcionários de Eric Schmidt deverão dizer “sim, podemos lançá-los e conquistar um pouco mais o mundo”.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O google earth do FIFA



Só depois do mundial de Dubai vai dar para sasber qual é o melhor time do mundo. Mas é possível ter uma prévia de quem mais ganha nos gramados virtuais do FIFA 10, em http://fifa.easports.com/earth, que tenta seguir a linha do Google earth.