Seja em número de usuários, base de banda larga, anunciantes, comércio eletrônico ou qualquer outro indicador, as perspectivas do mundo digital brasileiro mostram apenas curvas ascendentes para os próximos anos. Essa é a conclusão do mais recente relatório sobre o Brasil online, que acaba de ser divulgado pela consultoria americana eMarketer.
Especializada em pesquisas e análises sobre internet, negócios pela rede, marketing online, mídia e tecnologia, a eMarketer agregou e analisou relatórios e estudos feitos e divulgados recentemente pelas mais variadas fontes. Entre elas, estão as consultorias e empresas de pesquisa PricewaterhouseCoopers, Deloitte, e-Bit, Nielsen e Ibope.
Ao juntar a profusão de informações dispersas, a consultoria buscou entender o impacto da internet no país, bem como as curvas de tendências que cria e têm afetado - e influenciarão cada vez mais - o mundo dos negócios.
Segundo a eMarketer, a tendência é de crescimento e rápida expansão da base de usuários, de adoção em massa de atividades online incluindo comércio eletrônico e mídias sociais, de aumento dos gastos com publicidade online e de novas oportunidades para chegar aos consumidores por meio de celulares.
“Como acontece com qualquer tecnologia, quando a internet atingir a maturidade, o crescimento dos negócios começará a se reduzir”, diz Celso Kassab, sócio da área de consultoria empresarial da Deloitte. “Só que levará no mínimo dez anos para isso.”
Entre os motivos, diz Kassab, está o fato de, apenas no ano passado, o número de computadores ter passado, em vendas, o de televisores. Além disso, diz ele, há novas tecnologias de banda larga chegando ao país, como o Wimax e a PLC, que é a internet pela rede elétrica. “Em dois ou três anos, haverá muita competição nessa área e a banda larga irá se popularizar enormemente”, afirma.
A eMarketer prevê que a banda larga, hoje presente em 23% dos domicílios brasileiros, deverá chegar a 36% dos lares, até 2013. “A banda larga residencial é uma das medidas mais importantes no avanço do uso da internet”, afirma o relatório.
Nesse círculo virtuoso, o número de usuários que acessa a internet pelo menos uma vez por mês, irá de 22% da população brasileira, para 31%, no mesmo período. “Como praticamente toda a população das classes A e B já usa a internet de maneira intensiva, as empresas de comércio eletrônico começam a criar produtos e ofertas específicas para as classes C e D, que representam 60% dos novos consumidores”, diz Pedro Guasti, diretor-geral da consultoria e-Bit.
Fonte:Último Segundo
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Presença de empresas no Twitter pode dobrar número de mensagens sobre a marca
A presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa rede. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iDig (Instituto Digital), com o objetivo de entender o uso do Twitter pelo mercado corporativo. Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009.
Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter, cada uma com aproximadamente três mil seguidores, e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas sem Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. Segundo o consultor, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas.
A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores), o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog.
O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.
Fonte:B2B Magazine
Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter, cada uma com aproximadamente três mil seguidores, e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas sem Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. Segundo o consultor, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas.
A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores), o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog.
O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.
Fonte:B2B Magazine
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Página Inicial

Uma nova página inicial está disponivel no site http://www.jspinformatica.com.br/inicial Ela é um agregador de utilitários mais usados por internautas do mundo todo. Ela reúne o orkut, google, gmail, google imagens, youtube, twitter, blogger, google wave e muito mais. Acesse, confira e defina como sua página inicial.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Facebook e Twitter sofrerão mais em 2010

SÃO PAULO – A McAfee apontou em mais uma previsão que o Twitter e o Facebook serão as redes sociais preferidas dos criminosos virtuais em 2010.
De acordo com o “Relatório de Previsões sobre Ameaças” liberado pela empresa, os ataques devem se concentrar nos aplicativos de terceiros como jogos, por exemplo.
As ameaças devem aparecer principalmente no formato de cavalos de troia e botnets mais complexos e difíceis de serem detectados.
“Na última década, observamos uma grande melhoria na capacidade de monitorar a rede, de detectar e deter os ataques de cibercrime”, afirma Jeff Green, vice-presidente sênior do McAfee Labs. “Atualmente, enfrentamos ameaças emergentes originadas de um crescimento explosivo das redes sociais e da utilização mal-intencionada de aplicações populares e de técnicas mais avançadas por parte dos cibercriminosos. Contudo, estamos confiantes de que 2010 será um ano de sucesso para a comunidade de segurança cibernética”, diz.
O documento aponta que o excesso de confiança nos contatos é um dos grandes chamarizes para sites contaminados com códigos maliciosos. Usuários do Facebook e do Twitter já sofreram com invasão de contas e spam contendo links perigosos enviados por robôs.
Outro ponto levantado pela McAfee é o uso de URLs abreviadas, muito populares nesses sites. Segundo a empresa, elas impedem que o usuário veja o endereço real, podendo eventualmente cair em armadilhas.
O que esperar de 2010
Além das redes sociais, os especialistas da McAfee também divulgaram outras áreas e produtos que devem ficar de olho na segurança.
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