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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Lula diz que programa de banda larga ficará pronto em 15 dias

Presidente afirma também que vai recuperar a Telebrás para fazer internet rápida no Brasil; mas avisa que companhia será "enxuta".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante uma coletiva de imprensa em Três Lagoas (MS) nesta sexta-feira (19/2), que o Programa Nacional de Banda Larga deve ficar pronto em duas semanas. “Talvez mais uns 15 dias para frente possamos ter um programa de banda larga”.

Segundo o presidente, o projeto demorou para ficar pronto - a apresentação final foi adiada quatro vezes – porque ele quis ouvir todas as partes envolvidas na questão para formatar uma proposta.

“Convoquei uma reunião com o governo, não fiquei satisfeito. Convoquei uma segunda, uma terceira, não me agradaram. Então convoquei uma quarta reunião com o governo”, disse.

“Depois dos encontros com o governo pedi para o pessoal uma reunião com todas as empresas privadas. Depois quis uma reunião com todos os bichos grilos que discutem banda larga neste País”.

“Agora já ouvimos todo mundo. Está quase pronto”, afirmou.

O presidente também confirmou a utilização da Telebrás para ofertar banda larga.

“Que ela (Telebrás) vai crescer, vai, porque nós vamos recuperar a Telebrás. Nós vamos utilizar ela para fazer banda larga neste país", disse.

Lula tratou de ressalvar, no entanto, que será uma empresa diferente daquela que o país um dia conheceu.

“O que seria uma Telebrás? Eu não quero uma Telebrás com três mil, quatro mil funcionários. Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos ao governo”.

O governo ainda tinha dúvidas sobre o estatuto de criação da empresa, uma vez que a nova estatal terá papel diferente da atual. A nova Telebrás ficará responsável pela infraestrutura de banda larga pública.

No que se refere à participação da iniciativa privada, Lula declarou que cobrará das companhias um serviço a preço acessível na última milha.

"Vou chamar todos e quero saber quem vai colocar a última milha ao preço mais baixo. Quem fizer, ganha; quem não fizer, está fora. Para isso, o Estado tem de ter capacidade de barganhar".

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Google planeja internet ultrarrápida

Companhia informou que desenvolverá rede de banda larga experimental de 1 gigabit por segundo em algumas localidades

O Google apresentou planos de desenvolver uma série de experiências com redes de banda larga que proverá conexão de internet com velocidade 100 vezes superior às atuais conexões de internet rápida nos Estados Unidos.

Por meio do ato "The American Recovery and Reinvestment" de 2009, a Federal Communications Commission (FCC) foi designada a criar um plano nacional de banda larga para os Estados Unidos para promover a melhoria do desenvolvimento científico, econômico e cultural.

E o Google tem aconselhado o órgão no desenvolvimento do plano. Há 35 dias da FCC lançar o projeto, o gigante das buscas decidiu, entretanto, desenvolver redes de internet ultrarrápida em um pequeno número de localidades para promover testes. A companhia promete entregar velocidade de 1 gigabit por segundo por meio de conexões última milha.

O Google informou que irá oferecer rede de acesso para algo entre 50 mil e 500 mil pessoas a preços competitivos.

"Tomamos esta decisão porque queremos experimentar novos caminhos para tornar a web melhor e mais rápida para todos, permitindo aplicações que seriam impossíveis hoje", informou James Kelly, gerente de produto do Google, em um vídeo.

Entre os exemplos de algumas aplicações estão imagens médicas 3D na web, download de filmes em alta definição em menos de cinco minutos e colaboração com colegas dispersados geograficamente.

A companhia espera que a disponibilidade de internet ultrarrápida motive os desenvolvedores a criarem novas aplicações não imaginadas antes.

O Google informou ainda que trata-se de redes experimentais que irão operar por meio de princípios "acesso aberto", de forma que os usuários terão a escolha do provedor de serviço e essas redes serão gerenciadas de forma aberta, transparente e não discriminatória.

Para o trabalho, o Google tem pedido envolvimento de parceiros da comunidade por meio de Request For Information (RFI). Oficiais do governo e membros de entidades públicas podem nominar suas comunidades para integrar os testes através do site do Google até 26 de março.

por Thomas Claburn | InformationWeek EUA

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Especial: Com quantos megabytes se constroi uma cidade digital

O conceito de digitalizar os municípios vai além da infraestrurura e propõe resgatar a cidadania por meio do acesso à informação

A pacata cidade de Piraí tem pouco mais de 25 mil habitantes (segundo o Censo de 2008). Quem passar poela entrada dela, na rodovia Presidente Dutra, ligação entre São Paulo e o Rio de Janeiro, pode nem notar sua presença na geografia local. Mas o município tem fama internacional. Piraí é considerada um caso bem-sucedido de "cidade digital".

A discussão sobre cidades digitais, que o IT Web publica em uma série de reportagens durante o mês de fevereiro, acontece no momento em que se discute em Brasília o Plano Nacional de Banda Larga.

No caso do município fluminense acima citado tudo começou em 2004, a partir do projeto Piraí Digital. Na época, foi criada uma rede pública de acesso à internet. Em pouco tempo, a estrutura, baseada em um sistema híbrido com suporte wireless, chegava às escolas. Seu acesso se disseminaria por avenidas, ruas e vielas.

Mais do que simplesmente permitir a navegação pela web, as iniciativas semearam e cultivaram a cultura digital. Houve ações de inclusão social, informatização da gestão e educação para novas mídias, com o surgimento de telecentros e instituições públicas "antenadas" com a nova onda.

Segundo Franklin Coelho, um dos responsáveis pelo projeto, a ideia de um programa deste gênero é ir além dos computadores e da infraestrutura de banda larga. Ou seja, não é só oferecer tecnologia a uma população carente. Tornar-se uma cidade digital significa modernizar a gestão pública e oferecer novos serviços e facilidades para as pessoas. Mais do que isto, a proposta é levar aos habitantes uma nova perspectiva de cidadania.

O objetivo é democratizar o acesso aos meios de informação e comunicação. Assim, serão geradas oportunidades de desenvolvimento econômico e social. Os horizontes da população são, desta forma, ampliados. No final, os benefícios atingem todas as áreas. Além da educação, a própria administração pública é afetada. A digitalização chega à saúde e à segurança, estendendo-se à própria economia do município.

É claro que a participação das empresas é desejada e necessária, num "bate-bola" com o governo em que todos ganham - sobretudo a sociedade. "A iniciativa privada tem um papel fundamental e deve trabalhar em parceria com o governo", diz Fabio Botelho Josgrilberg, coautor do livro Comunicação e mobilidade - aspectos socioculturais das tecnologias móveis de comunicação no Brasil. "Há casos em que o acesso à internet, por exemplo, é limitado, por falta de interesse do mercado". Daí, segundo o professor, cabe ao governo criar condições para a criação desse mercado.

Definição
A chamada cidade digital tem tudo para não ser mais um modismo, mas seu conceito deve se modificar e evoluir com o tempo. "O termo, de um modo geral, é usado para definir uma cidade que contém infraestrutura de redes e de serviços públicos, especialmente via internet, voltada para os cidadãos", explica Josgrilberg. "O termo deve cair por terra com o tempo quando o digital deixar de ser novidade."

Segundo ele, há municípios que já usam a denominação "comunidades inteligentes". Outros inserem a discussão dentro de um debate maior sobre "governo aberto". Nesse caso, os recursos de TI ofereceriam o suporte necessário para aumentar a participação dos cidadãos nas decisões públicas, criar práticas colaborativas comunitárias e promover a transparência pública dos dados e ações governamentais.
Esta reportagem integra a série especial sobre cidades digitais que será publicada durante o mês de fevereiro no IT Web.

por Tagil Oliveira Ramos | especial para IT Web

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Relatório aponta crescimento em todos os negócios ligados à internet

Seja em número de usuários, base de banda larga, anunciantes, comércio eletrônico ou qualquer outro indicador, as perspectivas do mundo digital brasileiro mostram apenas curvas ascendentes para os próximos anos. Essa é a conclusão do mais recente relatório sobre o Brasil online, que acaba de ser divulgado pela consultoria americana eMarketer.

Especializada em pesquisas e análises sobre internet, negócios pela rede, marketing online, mídia e tecnologia, a eMarketer agregou e analisou relatórios e estudos feitos e divulgados recentemente pelas mais variadas fontes. Entre elas, estão as consultorias e empresas de pesquisa PricewaterhouseCoopers, Deloitte, e-Bit, Nielsen e Ibope.

Ao juntar a profusão de informações dispersas, a consultoria buscou entender o impacto da internet no país, bem como as curvas de tendências que cria e têm afetado - e influenciarão cada vez mais - o mundo dos negócios.

Segundo a eMarketer, a tendência é de crescimento e rápida expansão da base de usuários, de adoção em massa de atividades online incluindo comércio eletrônico e mídias sociais, de aumento dos gastos com publicidade online e de novas oportunidades para chegar aos consumidores por meio de celulares.

“Como acontece com qualquer tecnologia, quando a internet atingir a maturidade, o crescimento dos negócios começará a se reduzir”, diz Celso Kassab, sócio da área de consultoria empresarial da Deloitte. “Só que levará no mínimo dez anos para isso.”

Entre os motivos, diz Kassab, está o fato de, apenas no ano passado, o número de computadores ter passado, em vendas, o de televisores. Além disso, diz ele, há novas tecnologias de banda larga chegando ao país, como o Wimax e a PLC, que é a internet pela rede elétrica. “Em dois ou três anos, haverá muita competição nessa área e a banda larga irá se popularizar enormemente”, afirma.

A eMarketer prevê que a banda larga, hoje presente em 23% dos domicílios brasileiros, deverá chegar a 36% dos lares, até 2013. “A banda larga residencial é uma das medidas mais importantes no avanço do uso da internet”, afirma o relatório.

Nesse círculo virtuoso, o número de usuários que acessa a internet pelo menos uma vez por mês, irá de 22% da população brasileira, para 31%, no mesmo período. “Como praticamente toda a população das classes A e B já usa a internet de maneira intensiva, as empresas de comércio eletrônico começam a criar produtos e ofertas específicas para as classes C e D, que representam 60% dos novos consumidores”, diz Pedro Guasti, diretor-geral da consultoria e-Bit.
Fonte:Último Segundo

Presença de empresas no Twitter pode dobrar número de mensagens sobre a marca

A presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa rede. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iDig (Instituto Digital), com o objetivo de entender o uso do Twitter pelo mercado corporativo. Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009.


Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter, cada uma com aproximadamente três mil seguidores, e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas sem Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. Segundo o consultor, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas.

A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores), o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog.

O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.
Fonte:B2B Magazine

Telefônica lança banda larga popular a R$ 29,80

01/02/10

A Telefônica assinou o Programa de Banda Larga Popular do Governo de São Paulo. O serviço será comercializado a partir do dia 24 de fevereiro inicialmente na cidade de São Paulo e região do ABC, mas ao longo de 2010 será estendido para o interior paulista. (Participe de enquete do Adnews sobre o tema)

A novidade foi divulgada na Campus Party 2010, evento de tecnologia que aconteceu em São Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80 para a contratação da velocidade de internet de 256 Kbps, além do modem, instalação e provedor gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.

"Não serão cobrados serviços adicionais junto com o pacote de internet", afirmou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente,

A expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil conexões da banda larga popular até o final deste ano. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de residências no estado de São Paulo como potenciais alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de 1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as demais têm computador sem internet.

A Telefônica aderiu ao projeto de Banda Larga do governo, apenas três meses e meio após seu lançamento. O atraso na adesão da Telefônica ao programa derivou, segundo informou o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas para quem já fosse seu cliente. O governo não permitia essa limitação.

Ao ser questionado sobre a baixa velocidade oferecida aos usuários no pacote popular, Costa, afirma: "Acredito que não é frustrante, porque corresponde a quatro vezes mais que uma conexão discada, além de ser uma velocidade boa para o público alvo do projeto".
Net saiu na frente

Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a venda da internet rápida popular para 48 cidades do Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais. O serviço tem velocidade de transmissão de dados de 200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos, com modem cedido em comodato.

Além do plano básico, que obedece ao decreto do governo paulista, a empresa também passou a comercializar para o mesmo público um pacote combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e TV a cabo, por R$ R$ 39,90.

Projeto paulista

O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50 reais cobrados usualmente em pacotes básicos de banda larga. A redução do preço foi possibilitada pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que aderiram ao plano.

Segundo dados divulgados pelo governo paulista na época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas possuem computador sem Internet e as demais ainda utilizam conexão discada.

Informações UOL e Plantão Info

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Página Inicial



Uma nova página inicial está disponivel no site http://www.jspinformatica.com.br/inicial Ela é um agregador de utilitários mais usados por internautas do mundo todo. Ela reúne o orkut, google, gmail, google imagens, youtube, twitter, blogger, google wave e muito mais. Acesse, confira e defina como sua página inicial.

domingo, 20 de dezembro de 2009

'Final fantasy XIII' vende mais de 1 milhão de cópias em um dia

A produtora Square Enix divulgou um comunicado nesta sexta-feira (18) comemorando as vendas de 1 milhão de cópias vendidas de game “Final fantasy XIII” em apenas um dia. O título de RPG, que, por enquanto, foi lançado apenas no Japão, teve filas de fãs nas portas das lojas para comprar o game.

Os números divulgados pela empresa não incluem o pacote especial do console PlayStation 3, que tem cor especial e uma cópia do game, apenas o jogo vendido separadamente. A Square Enix afirmou que se incluísse esse pacote na conta, o número de vendas em um dia passaria de 1 milhão.

‘Final fantasy XIII’ é um jogo de RPG que coloca o jogador no papel de heróis que devem salvar um mundo futurista. Eles possuem diversos poderes e habilidades que são utilizadas em batalhas que acontecem por meio de turnos.

O presidente da Square Enix, Yochi Wada, empresa que produz o título, divulgou que foram enviadas mais de 2 milhões de cópias do título para as lojas japonesas, incluindo os pacotes especiais que incluem o game e uma versão especial do console, chamado de PlayStation 3 “Lightning Edition”.

O lançamento da versão ocidental de “Final fantasy XIII” está previsto para o dia 9 de março de 2010 nos Estados Unidos e na Europa.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Certificação Digital é exigência cada vez maior no meio empresarial

Em 2010, empresas incluídas na categoria Lucro Presumido passarão ao grupo do qual já fazem parte aquelas do Lucro Real e Lucro Arbitrado, e deverão enviar as declarações (DIRPJ, DCTF, DIRF) exclusivamente por meio da certificação digital. Da mesma forma, diversas empresas dos mais variados segmentos também passarão a emitir Nota Fiscal Eletrônica em etapas, contando a partir de abril, conforme Protocolo ICMS 42/2009.

A Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS) é a mais nova autoridade de registro do Estado. Já na segunda quinzena do mês de dezembro, pessoas físicas e jurídicas poderão ter acesso à certificação digital por meio da entidade que representa o setor terciário do Rio Grande do Sul. A meta da Federação é atender a todo este universo de empresas e de pessoas. Conforme explicou a gerente do Núcleo Institucional Administrativo da Fecomércio-RS, Neusa Machado, o serviço prestado pela Federação terá como principais atrativos o preço competitivo e a agilidade, já que o interessado sairá na mesma hora com a certificação digital.

“A Fecomércio-RS vai emitir, dentro do processo da certificação digital, o e-CPF, o e-CNPJ e a NF-e. Além disso, vai disponibilizar ao cliente todas as mídias necessárias para que se faça o uso da certificação digital, tais como o smartcard e o token”, explica Neusa. A nova demanda disponibilizada pela Fecomércio-RS vem ao encontro do princípio de que as empresas estão sendo cada vez mais estimuladas ao uso da certificação digital para facilitar o andamento dos seus negócios. Não importam o porte e o volume financeiro ou de transações: a desburocratização conquistada por esse processo facilita a assinatura de contratos, além de contribuir para a redução de custos e ganho de tempo, sobretudo na troca de informações com a Receita Federal. Esses são alguns dos atrativos que têm conquistado novos adeptos da certificação digital todos os dias.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Google Phone vem aí!!!



O que parecia um simples rumor, tomou formas muito mais concretas nesse último final de semana. Os funcionários do Google já funcionam como “beta testers” do smartphone da própria empresa, mais conhecido como Google Phone. Uma possível revolução vem aí.

Existem vários motivos para pensarmos que o Google não está para brincadeira ao adentrar o mercado dos smartphones. Listemos então o que já é sabido sobre o hardware e sobre o software do aparelho e os planos iniciais do Google.

As especulações indicavam, e a HTC realmente foi confirmada como parceira do Google para cuidar do hardware do Google Phone. Com as fotos que os próprios funcionários de Mountain View liberaram, as informações levam a crer que o aparelho seja o HTC Passion misturado com o HTC Bravo, smartphones vazados nos últimos dias.

Porém, o celular ganhou um novo possível nome: HTC Nexus One. As especificações ainda não foram confirmadas, mas é possível saber que o aparelho tem tela de AMOLED de 3,7 polegadas sensível ao toque (provavelmente capacitiva) e câmera de 5 megapixels. E tudo indica também que seu processador é um Qualcomm Snapdragon de 1 GHz (!).

A foto acima foi tirada pelo blogueiro Cory O’brien, que teve acesso ao brinquedo. A primeira reação dele foi dizer: “Google Phone = iPhone + um pouco de tela e uma scroll wheel. Ótima tela sensível, e Android”. Se a empolgação aumentou, saiba que a versão do sistema operacional rodando no Google Phone/HTC Nexus é o Android 2.1, que ninguém havia visto até então.

Ninguém do Google falou até agora sobre colocar o aparelho no mercado. Segundo eles, isso é apenas um teste dentro da empresa, algo comum com qualquer produto. Porém, junte esse aparelho com configuração de primeira com os boatos de que o Google venderá o aparelho online com serviço de VoIP, deixando assim de depender de qualquer operadora de telefonia, e podemos deduzir que os funcionários de Eric Schmidt deverão dizer “sim, podemos lançá-los e conquistar um pouco mais o mundo”.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Segredos de Liquidificador



Para quem quer usar a nova banda larga via energia elétrica vai ter que abrir mão das vitaminas. em testes realizados pela galera do infolab a taxa de transferência de download via torrent caiu de 48 Mbps para 8 Mbps assim que o liquidificador foi ligado, o que mesmo assim ainda é uma velocidade incrivel para algumas pessoas.