quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Brasil ultrapassa a marca de 66 milhões de internautas

Brasileiros passaram, em média, 66 horas conectados à web durante o mês de dezembro

O Brasil atingiu a marca de 66,3 milhões de internautas em dezembro de 2009. Segundo o Ibope Nielsen Online, os números contabilizam acessos em residências, trabalho ou locais públicos.

Os brasileiros passaram, em média, 44 horas conectados à internet durante o último mês do ano passado. O desempenho coloca o País à frente dos Estados Unidos (40 horas mensais); Austrália (39 h), França (38 h), Reino Unido (37 h), Espanha (35 h), Alemanha (33 h), Japão (31 h) e Itália (29 h).

Considerando o acesso via aplicativos (sistemas instalados nas máquinas que conectam informações na web, como as ferramentas de torrent, por exemplo) o tempo de navegação dos brasileiros sobe para 66 horas, durante o mês de dezembro.

De acordo a pesquisa, 54% da população das dez principais metrópoles brasileiras acessa à internet.

Outro dado interessante é que, atualmente, mais de metade dos internautas (51,6%) pertencem às classes C, D e E. Na classe A, 14% já utiliza a internet por meio de aparelhos celulares. Dentre todas as pessoas que acessam a web por dispositivos móveis, 27% usam para sistemas de e-mail.

As categorias que mais registraram usuários únicos foram de telecom; buscadores portais e comunidades; e entretenimento.

por Felipe Dreher

Google planeja internet ultrarrápida

Companhia informou que desenvolverá rede de banda larga experimental de 1 gigabit por segundo em algumas localidades

O Google apresentou planos de desenvolver uma série de experiências com redes de banda larga que proverá conexão de internet com velocidade 100 vezes superior às atuais conexões de internet rápida nos Estados Unidos.

Por meio do ato "The American Recovery and Reinvestment" de 2009, a Federal Communications Commission (FCC) foi designada a criar um plano nacional de banda larga para os Estados Unidos para promover a melhoria do desenvolvimento científico, econômico e cultural.

E o Google tem aconselhado o órgão no desenvolvimento do plano. Há 35 dias da FCC lançar o projeto, o gigante das buscas decidiu, entretanto, desenvolver redes de internet ultrarrápida em um pequeno número de localidades para promover testes. A companhia promete entregar velocidade de 1 gigabit por segundo por meio de conexões última milha.

O Google informou que irá oferecer rede de acesso para algo entre 50 mil e 500 mil pessoas a preços competitivos.

"Tomamos esta decisão porque queremos experimentar novos caminhos para tornar a web melhor e mais rápida para todos, permitindo aplicações que seriam impossíveis hoje", informou James Kelly, gerente de produto do Google, em um vídeo.

Entre os exemplos de algumas aplicações estão imagens médicas 3D na web, download de filmes em alta definição em menos de cinco minutos e colaboração com colegas dispersados geograficamente.

A companhia espera que a disponibilidade de internet ultrarrápida motive os desenvolvedores a criarem novas aplicações não imaginadas antes.

O Google informou ainda que trata-se de redes experimentais que irão operar por meio de princípios "acesso aberto", de forma que os usuários terão a escolha do provedor de serviço e essas redes serão gerenciadas de forma aberta, transparente e não discriminatória.

Para o trabalho, o Google tem pedido envolvimento de parceiros da comunidade por meio de Request For Information (RFI). Oficiais do governo e membros de entidades públicas podem nominar suas comunidades para integrar os testes através do site do Google até 26 de março.

por Thomas Claburn | InformationWeek EUA

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Samsung vai lançar HD ecológico de 2 TB

A Samsung acaba de apresentar o EcoGreen F3EG, seu novo HD. Ele tem 2TB de armazenamento e, nem é preciso dizer, é um gadget verde.

Segundo a Samsung, o HD de alto desempenho é fabricado com componentes que causam menos mal ao meio ambiente, além de consumir 40% menos energia quando ocioso e 10% menos em modo de leitura, em comparação com os concorrentes. Mas é só experimentando para ver.

Da mesma série EcoGreen, a coreana já lançou HDs ecológicos de 1TB e 1,5 TB, junto com outros modelos mais básicos. O F3EG, que transfere dados em SATA de 3,0 GBps e tem buffer de memória de 16MB/32MB, também será vendido com 1,5 TB.

Por enquanto ainda não há sem previsão de lançamento nem preço para o Brasil. Por isso, o jeito é usar vários HDs até que os de espaço “infinito” estejam mais acessíveis, ainda que isso não seja muito ecológico.

Usuário quer escolher anúncio na web

Para obter mais receita publicitária com os vídeos on-line, um grupo de empresas, liderado pela gigante da propaganda Publicis Groupe e que inclui Microsoft, Yahoo, CBS e Hulu, testaram durante o ano passado vários formatos de anúncios online para descobrir o que os usuários desejam.

A conclusão é que eles querem poder escolher.

Os testes descobriram que o "seletor de anúncios", formato que permite a quem assiste a um vídeo online escolher um entre três anúncios de diversas empresas, teve mais votos que os outros formatos, como o "pre-roll", que o usuário tem que ver antes de assistir a um clipe on-line.

A nova pesquisa mostra que os usuários têm mais probabilidade de ver e recordar um anúncio que optam por assistir do que outro que são forçados a ver. "Ter que escolher um anúncio envolve mais o consumidor", diz Beth Uyenco, diretora mundial de pesquisas do grupo de soluções para publicidade e publicação da Microsoft.

O seletor de anúncios superou cerca de 30 formatos publicitários hoje utilizados pelas empresas que participaram do estudo. Incluem-se aí anúncios interativos de vídeo on-line, que caem como uma persiana sobre a tela e permitem que o espectador clique para obter mais informações; vídeos clicáveis, que permitem ao espectador clicar em determinados pontos dentro do próprio vídeo para saber mais sobre o produto; e "skins", ou peles, anúncios gráficos que formam uma moldura em torno do vídeo.

A pesquisa foi criada pela divisão Vivaki da Publicis, de Paris, que compra centenas de milhões de dólares por ano em espaço de anúncios on-line para clientes como Procter & Gamble, Coca-Cola e Wal-Mart Stores.

Os gastos com anúncios em vídeo na web vêm sendo prejudicados pela concorrência entre os diversos formatos, segundo firmas de mídia e anunciantes. Estes dizem que ter que criar diferentes tipos de anúncios para diferentes websites aumenta os custos, e há muito se queixam que gastam demasiado tempo e recursos adaptando seus anúncios para diferentes tamanhos.

A falta de padronização criou "uma relutância em transferir mais dinheiro para os vídeos online", diz Jean-Paul Colaco, vice-presidente sênior de publicidade do Hulu, site de vídeos de propriedade conjunta da Walt Disney, NBC Universal, que pertence à General Electric, e News Corp., que também é dona do Wall Street Journal.

As "implicações de custo" são maiores para a produção de anúncios para vídeos on-line do que para a televisão e o rádio, diz Nancy Ryan, diretora de mídia da seguradora americana Allstate Insurance Co. A Allstate foi uma das seis empresas que participaram da pesquisa, juntamente com dois anunciantes conhecidos que não quiseram ser identificados.

Os anúncios em vídeo estão entre as formas de publicidade on-line que mais crescem. Nos Estados Unidos, os gastos com esses anúncios devem crescer 40% este ano, para US$ 1,4 bilhão, diz a firma de pesquisas eMarketer.

Os usuários passaram uma média de 193,2 minutos assistindo a vídeos on-line em dezembro, aumento de 3% em relação a um ano antes, segundo a Nielsen.

Mas o vídeo on-line ainda é uma pequena parte do mercado publicitário.

Os anunciantes gastaram cerca de US$ 66 bilhões nos EUA em comerciais de TV em 2008, segundo uma firma de pesquisas da holding publicitária WPP. As empresas de mídia afirmam que o vídeo tem potencial para captar muito mais investimento publicitário do que ocorre agora.

As empresas de mídia também estão ansiosas para encontrar uma alternativa para os anúncios "pre-roll", que aborrecem muitos internautas a ponto de fazê-los abandonar um vídeo antes de ele começar.

Apesar desse problema, os anúncios "pre-roll" se tornaram o formato mais próximo que existe do padrão da indústria; são fáceis de ser criados, já que em geral são comerciais de TV aplicados a uma nova finalidade.

O seletor de anúncios começou como um formato criado pelo Hulu. Foi então retrabalhado pelas empresas envolvidas no projeto para incluir comerciais de três marcas diferentes, em vez de três versões do mesmo anúncio.

Marcas concorrentes não aparecem juntas. Se o internauta não clicar em nenhum dos anúncios, o servidor da firma patrocinadora escolherá um ao acaso. O anunciante não paga nada se esse anúncio não for baixado.

O formato de seletor de anúncios foi testado contra os anúncios "pre-roll" durante quase dois meses em um punhado de sites, como CBS.com e Discover.com. O índice de cliques para o formato - a proporção de usuários que clicaram para acessar o site do anunciante - foi mais que o dobro dos anúncios "pre-roll" padrão. Os usuários tinham duas vezes mais probabilidade de se lembrar qual a empresa patrocinadora depois de assistirem a um anúncio que eles mesmos escolheram.

Por Suzanne Vranica, The Wall Street Journal

Ceitec inicia produção de chips

Fábrica contou com investimentos de mais de R$ 400 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia

A fábrica do Centro Nacional em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) contou nesta sexta-feira (05/02) com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua inauguração. Criada em 2008, por iniciativa do governo federal, a empresa, desde então, já recebeu mais de R$ 400 milhões em investimentos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

A companhia está instalada em um complexo de 14.600 metros quadrados e tem como meta desenvolver a indústria de semicondutores no Brasil, gerando condições para a consolidação da indústria microeletrônica avançada.

Em 2009, durante a apresentação de uma família de chips baseada em RFID, o presidente da companhia Eduard Weichselbaumer informou que, operando em turno máximo, a fábrica teria capacidade de produzir anualmente 100 milhões de chips. Na mesma ocasião, o executivo disse ainda que o objetivo era que a companhia se tornasse autossustentável já em 2010.

por IT Web

CIO Insight: demanda de projetos começar ser liberada

Country manager da Halliburton para o Brasil fala sobre mudança de cenário no período pós-crise

"Este ano não vai ser igual aquele que passou", diz a marchinha de carnaval. Os próximos anos prometem. O estudo "Decisão Rio", da FIRJAN, que projeta os investimentos esperados até 2012 comprova isto. Sem falar em Copa do Mundo, Olimpíada e outros eventos que certamente movimentarão bastante os recursos no Rio de Janeiro. A tarefa para o CIO será entender quais reflexos esta mudança de cenário provocará no universo de TI.

As atenções dos CIOs neste momento estão voltadas à qualidade das prestações de serviços que serão necessárias para a retomada econômica. A demanda de projetos, até então reprimida em função da crise, começa a ser liberada - frequentemente em caráter de urgência - o que poderá ocasionar gargalos. Os fornecedores, por sua vez, também estão pressionados por audaciosas metas comerciais para o ano que chega. A ideia de compensar as dificuldades de 2009 com melhores resultados em 2010 pode se tornar um fator prejudicial para a qualidade dos serviços prestados.

Ligada à busca por bons resultados está a necessidade de encontrar profissionais qualificados para atender ao pico de demanda. Por outro lado, as instituições de ensino, bem como as próprias organizações, não terão a capacidade de formar talentos locais na velocidade exigida. Provavelmente haverá a necessidade de buscar recursos humanos em outras localidades, elevando ainda mais os valores praticados. Paralelamente, o Brasil será um mercado promissor para profissionais de países onde a velocidade de recuperação anda a passos mais lentos. É possível, inclusive, que a partir deste ano comecemos a presenciar certa disputa entre trabalhadores nacionais e estrangeiros.

O binômio "eficiência-redução de custos" será a tônica da área de TI para grande parte das empresas em 2010. A busca de competitividade deverá impulsionar os investimentos em tecnologia que, certamente, serão superiores ao ano que se encerra. A inovação, tão falada nos encontros de 2009, estará ainda mais orientada a um enfoque operacional e nem tanto pelo diferencial competitivo, como se desejava.

Esta também é uma ocasião para o CIO repensar questões relacionadas à identidade da TI no contexto da organização, considerando-se a mudança de cenário. Como se sabe, o alinhamento com o negócio é, em grande parte, responsabilidade do próprio CIO e, a partir deste momento, pode ser que algum reposicionamento seja necessário.

De qualquer forma, ao iniciarmos este novo ano conseguimos visualizar inúmeros desafios e percebemos, também, excelentes oportunidades. E não poderia ser diferente. Um ambiente de crescimento é sempre favorável ao desenvolvimento, seja pessoal, organizacional ou mesmo social. Esperamos que em 2010 se torne evidentes as contribuições da TI e de seus profissionais na formação da sociedade brasileira.

*Etienne Hubert Vreuls é IT country manager da Halliburton para o Brasil e presidente do GUCIO-RJ. O executivo escreveu com exclusividade para a revista InformationWeek Brasil.

por Etienne Hubert Vreuls*

Especial: Com quantos megabytes se constroi uma cidade digital

O conceito de digitalizar os municípios vai além da infraestrurura e propõe resgatar a cidadania por meio do acesso à informação

A pacata cidade de Piraí tem pouco mais de 25 mil habitantes (segundo o Censo de 2008). Quem passar poela entrada dela, na rodovia Presidente Dutra, ligação entre São Paulo e o Rio de Janeiro, pode nem notar sua presença na geografia local. Mas o município tem fama internacional. Piraí é considerada um caso bem-sucedido de "cidade digital".

A discussão sobre cidades digitais, que o IT Web publica em uma série de reportagens durante o mês de fevereiro, acontece no momento em que se discute em Brasília o Plano Nacional de Banda Larga.

No caso do município fluminense acima citado tudo começou em 2004, a partir do projeto Piraí Digital. Na época, foi criada uma rede pública de acesso à internet. Em pouco tempo, a estrutura, baseada em um sistema híbrido com suporte wireless, chegava às escolas. Seu acesso se disseminaria por avenidas, ruas e vielas.

Mais do que simplesmente permitir a navegação pela web, as iniciativas semearam e cultivaram a cultura digital. Houve ações de inclusão social, informatização da gestão e educação para novas mídias, com o surgimento de telecentros e instituições públicas "antenadas" com a nova onda.

Segundo Franklin Coelho, um dos responsáveis pelo projeto, a ideia de um programa deste gênero é ir além dos computadores e da infraestrutura de banda larga. Ou seja, não é só oferecer tecnologia a uma população carente. Tornar-se uma cidade digital significa modernizar a gestão pública e oferecer novos serviços e facilidades para as pessoas. Mais do que isto, a proposta é levar aos habitantes uma nova perspectiva de cidadania.

O objetivo é democratizar o acesso aos meios de informação e comunicação. Assim, serão geradas oportunidades de desenvolvimento econômico e social. Os horizontes da população são, desta forma, ampliados. No final, os benefícios atingem todas as áreas. Além da educação, a própria administração pública é afetada. A digitalização chega à saúde e à segurança, estendendo-se à própria economia do município.

É claro que a participação das empresas é desejada e necessária, num "bate-bola" com o governo em que todos ganham - sobretudo a sociedade. "A iniciativa privada tem um papel fundamental e deve trabalhar em parceria com o governo", diz Fabio Botelho Josgrilberg, coautor do livro Comunicação e mobilidade - aspectos socioculturais das tecnologias móveis de comunicação no Brasil. "Há casos em que o acesso à internet, por exemplo, é limitado, por falta de interesse do mercado". Daí, segundo o professor, cabe ao governo criar condições para a criação desse mercado.

Definição
A chamada cidade digital tem tudo para não ser mais um modismo, mas seu conceito deve se modificar e evoluir com o tempo. "O termo, de um modo geral, é usado para definir uma cidade que contém infraestrutura de redes e de serviços públicos, especialmente via internet, voltada para os cidadãos", explica Josgrilberg. "O termo deve cair por terra com o tempo quando o digital deixar de ser novidade."

Segundo ele, há municípios que já usam a denominação "comunidades inteligentes". Outros inserem a discussão dentro de um debate maior sobre "governo aberto". Nesse caso, os recursos de TI ofereceriam o suporte necessário para aumentar a participação dos cidadãos nas decisões públicas, criar práticas colaborativas comunitárias e promover a transparência pública dos dados e ações governamentais.
Esta reportagem integra a série especial sobre cidades digitais que será publicada durante o mês de fevereiro no IT Web.

por Tagil Oliveira Ramos | especial para IT Web

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Intolerância com sites lentos cresce entre usuários da web

Estudo mostra que pessoas deixam de completar transações e migram para concorrência caso site demore para carregar ou apresente problemas.

Usuários têm pouca paciência com sites de lojas, bancos e agências de viagem que são lentos, agem de maneira errada ou quebram durante transações, de acordo com uma análise da empresa de monitoramento web, Gomez., adquirida pela Compuware.

Enquanto compradores estão dispostos enfrentar muitas filas nas lojas da vida real durante as festas de fim de ano, eles não querem saber de revendedores de web que demoram a abrir devido ao aumento do tráfego online, diz Loeb.

Mais de dois terços dos entrevistados dizem que não têm mais tolerância do que em épocas normais. “Eles esperam que os sites sejam tão rápidos como em dias comuns”, afirmou Loeb.

“O desempenho da web tem impacto nos negócios, seja em relação à receita, conversões ou banda”, disse o vice-presidente de marketing da Gomez, Jeff Loeb.

Para o estudo, a Gomez entrevistou 1,5 mil pessoas que conduziram transações pela internet durante as festas de fim de ano, períodos de férias escolares e mudanças de ações de mercado.

A pesquisa, feita em dezembro de 2009, descobriu que 78% dos consumidores passaram para sites rivais ao enfrentar demoras, erros ou problemas de transação.

Além disso, 88% não voltam ao site cujo desempenho os desapontou. A marca da empresa também sofre. “Pessoas são impacientes atualmente e não querem esperar”, ele disse. “Eles têm outras chances.”

Em 2009, 72% dos entrevistados encontraram sites mais lentos durante épocas de pico, como festas de fim de ano. Em adição, 58% relataram erros e 51% encontraram problemas ao finalizar as transações.

O problema afeta os três tipos de sites: lojas, agências de viagens e bancos. “As expectativas do usuário não foram atingidas durante as épocas de pico do ano passado”, disse Loeb.

Não apenas os usuários farão seus negócios em outros lugares, como também devem compartilhar suas experiências ruins em redes sociais. Dos entrevistados, 42% responderam que compartilhariam as experiências dessa forma, de acordo com o estudo.

Dicas
Problemas em sites estão se tornando cada vez menos comuns, e varejistas, instituições financeiras e agências de viagens precisam ajustar o desempenho para que a experiência do consumidor seja consistente. “A próxima fronteira é o tempo de resposta”, segundo Loeb.

Para cumprir estas metas, a Gomez recomenda que as empresas determinem se seus aplicativos e sua infraestrutura podem suportar altos volumes de tráfego em horas de pico realizando testes.

“Organizações devem saber o quanto aguentam, quantos usuários podem acomodar antes do desempenho começar a cair”, diz Loeb. “Épocas de pico são as que geram mais receita, então você deve estar confiante de que tudo foi testado e que funcionará corretamente”.

Além disso, as empresas precisam garantir que seus sites funcionem tão bem quanto concorrentes e líderes da indústria, porque são essas as expectativas dos consumidores.

Finalmente, os sites precisam ser continuamente monitorados, particularmente da perspectiva do usuário.
(Juan Carlos Perez)